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Olá! Este blog é uma experimentação prática da disciplina de Webjornalismo, ministrada pela professora Glauciane Pontes, no curso de Comunicação Social - Jornalismo da FEF.
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Cinemáticamente opinando


SALVE GERAL!





Depois de grandes sucessos como “Tropa de Elite” e “Carandiru”, o cinema nacional estréia esse mês, mais um filme sobre criminalidade no país, intitulado como “Salve geral: o dia em que São Paulo parou”. Com a visão do cineasta Sérgio Rezende, o filme relata os ataques orquestrados pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no fim de semana do Dia das Mães de 2006, que chocaram o país inteiro.
Com orçamento de R$ 6,8 milhões, o filme foi rodado no pólo cinematográfico de Paulínea, no interior de São Paulo, e contou com cerca de três mil figurantes. No elenco, Andréa Beltrão é uma mãe de família em meio a um inferno de ônibus incendiados, ataques a bancos, metrô e residências, que provocaram um saldo de pelo menos 152 mortos. Ela vê seu filho de 17 anos preso, passando a conviver com um mundo do qual nada sabia.
O filme conta com três mil figurantes, rodado na cidade de Paulínia, na capital paulista. Serão feitas tomadas como a de uma assustadora Avenida Paulista completamente deserta e imagens dos noticiários televisivos da época vão garantir um tom documental.
Uma curiosidade sobre o título do filme “Salve Geral”, é que faz referência à comunicação entre a facção, como quando foi decretada a morte de policiais e agentes penitenciários em 2006 - e é para os acontecimentos desta data que o longa de Sérgio Rezende se encaminha.
O filme será distribuído pela Columbia, com a Globo Filmes podendo entrar no projeto, o longa representará o Brasil na maior festa de premiação do mundo, o Oscar. É mais um filme que poderá marcar a época do cinema nacional. “Salve geral: o dia em que São Paulo parou” previsão de estréia para esse fim de ano no Cine Shopping Fernandópolis.

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Devido a uma cirurgia simples, mas delicada, a cinemática Elis ficará um tempinho sem postar, mas claro, deixou uma marquinha dela para não nos esquecermos de seus posts incansáveis. Melhoras Elis!

O FURACÃO JANE AUSTEN




Bem, esperei muito tempo de blog pra expressar minha admiração pela autora Jane Austen, à quem me inspirou a ver tantos filmes e tantas adaptações de suas histórias. Pra quem não conhece a autora britânica, vale a pena assistir o filme “Amor e Inocência” (Becoming Jane) um drama romântico que reproduz a biografia da britânica focada na sua juventude, antes da fama, quando teve um romance com um jovem irlandês, a quem o inspirou seu livro mais famoso, “Orgulho e Preconceito”.
Com a magnífica interpretação de Anne Hathaway como Jane Austen e James McAvoy como Tom Lefroy o filme, dirigido pelo competente Julian Jarrold é do tipo de filme que possui abordagens diferentes. A mais vantajosa é a de abordar o filme de uma forma descomprometida, visto que Jarrold e os roteiristas Kevin Hood e Sarah Williams baseiam-se nas cartas de Jane Austen apenas para narrar, com muita leveza sua transformação na Jane Austen como a conhecemos.
Dois aspectos extremamente respeitáveis e incontestáveis neste filme são a parte técnica e, claro, todo o elenco. A fotografia luminosa é especialmente primorosa ao retratar planos, paisagens e a beleza natural dos locais. A direção de arte são bem realizados o suficiente para encantar até quem não gosta de romances.
“Amor e Inocência” não tem, portanto, uma força maior que poderia ter sido rendida tendo em vista a magnitude da personagem que retrata, mas é particularmente um bom e arrojado filme, com virtudes de sobra e um conjunto formulaico que se é compensado pelos atributos claramente engrandecedores da fotografia ao elenco.
O grande impacto desse filme é a vontade de querer ler todas as suas histórias, pois em cada livro Jane se inspirou em alguém de sua família, de quem conheceu e de pessoas importantes em sua vida, assim como Tom Lefroy.
E por que FURACÃO JANE? Pelo simples fato de que todas as sua obras já foram adaptadas para o cinema, para a TV e até em livros. Suas maiores obras como Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, Mansfield Park, Emma e entre outras estão espalhados por todas as locadoras e livrarias. Alguns filmes como O clube de leitura de Jane Austen, Mensagem para você, A caso do lago, As patricinhas de Bervely Hills, Bride and Prejudice: The Bolywood Musical, O diário de Bridget Jones foram inspirados ou nos personagens ou no enredo das tramas, mas sempre com um dedinho Austen.
Mesmo sendo suspeita, recomendo não só os filmes adaptados dos romances de Jane como em lê-los antes. E pra quem quer “conhecê-la” antes, o filme “Amor e Inocência é uma ótima dica!

Um ótimo final de semana acompanhado de um Bom filme pra vocês! Vou ficar com saudades..

Elis M.

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HALLOWEEN: O INÍCIO

Em clima do Dia das Bruxas, as cinemáticas trazem o filme “Halloween: O início”, uma adaptação do clássico de 1978 da franquia de John Carpenter. A história conta como começou a carreira de serial killer de Michael Myers.
O remake chega ao Brasil com dois anos de atraso deixando agoniados os fãs do diretor Rob Zombie. O diretor é cantor de metal industrial e famoso por seus filmes “A casa dos 100 corpos” e “Rejeitados pelo Diabo”.
Vários atores que interpretaram os maiores vilões do cinema participam desse filme como o eterno laranja mecânico Malcom Macdowell, que dessa vez não faz um vilão, mas o personagem Dr. Samuel Loomis.
Dois grandes destaques do filme é a interpretação esplendorosa do ator mirim Daeg Faerch que encarnou o jovem Meyers com 10 anos de idade. Com olhares diabólicos e aspecto sombrio, o menino faz qualquer marmanjão arrepiar com a sua interpretação. O outro destaque vai para trilha sonora, que mescla o os remakes do primeiro filme com o rock dos anos 80.
A refilmagem testa todos os limites de suspense dos espectadores. O roteiro é fielmente respeitado com todos os preceitos do gênero. O clichê famoso do matador que caminha lentamente, mas sempre alcança suas vítimas, geralmente casais ou garotas inocentes marcam presença no filme.
A trama prolonga ao máximo a perseguição final com cenas lentas e bem trabalhadas e é claro, com banhos e banhos de sangue. O filme poderia acabar muito antes do que ele realmente termina, mas Zombie explora ao máximo o terror das vítimas e dando aquele gostinho pro segundo filme, que estréia esse fim de ano nos cinemas brasileiros.

Para esse Dia das Bruxas as cinemáticas recomendam “Halloween: o início” e um bom fim de semana a todos!

Assista o trailer: aqui

Elis M.

Cinemáticamente Opinando


FALANDO GREGO



O Cinemáticamente Opinando dessa semana vai falar grego, ou melhor, vai trazer o filme “Falando Grego”, uma comédia doce, com cenas divertidas e uma pitada de romance. No filme, Nia Vardalos é Georgia uma americana de origem grega que trabalha como guia turística na Grécia. Hotéis baratos, ônibus velho e turistas "engraçadinhos" tornaram Georgia uma mulher frustrada e aí que entra o romance na trama, pois ela conhece Irv Gordon (Richard Dreyfuss), um turista que com seu senso de humor tenta mostrar todas as possibilidades de viver bem, ser feliz e não perder a chance de ter um grande amor.
Pra quem quer levar a família no cinema, essa é uma ótima oportunidade para se divertir. O filme é dirigido por Donald Petrie, que peca em algumas piadas, no roteiro e na trilha sonora. Mas o filme é envolvente do início ao fim, e falando em fim, este é bem previsível.
Quem assistiu “Casamento Grego” vai sentir falta da boa interpretação de Nia Vardalos, mas pra quem também assistiu “Eu odeio o dia dos namorados”, vai respirar aliviado com essa atuação de Nia.
“Falando Grego” não é um daqueles filmes que ficam em primeiro lugar nas bilheterias, é um filme menos conhecido, mas é muito engraçado. Outra coisa, esse filme mostra que aquele ditado popular realmente é válido: não julgue um livro pela capa.
Os cinemáticos podem conferir “Falando Grego” no Cine Shopping Fernandópolis.

Confira no próximo "Cinematicamente Opiando" um especial sobre o filme "9: a salvação" dirigido por Tim Burton.


Adendo: Essa foi uma dica de Glauciane Pontes, nossa querida cinemática!
Envie-nos a sua pelo e-mail ascinematicas@gmail.com

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Anthony Burgess é considerado, juntamente com George Orwell  e Aldous Huxley, um dos mestres da ficção do século XX, devido à grande obra Laranja Mecânica. Narrado por Alex, o filme mostra uma Londres “ultra-violenta”, onde os jovens maltratam as pessoas, sejam crianças, adultos ou idosos. A polícia não consegue impor a lei, e consegue ser tão violenta quanto às gangues de adolescentes que tentam combater. Alex é líder de uma dessas gangues e, ao ser preso depois de matar uma velha senhora, passa por um tratamento pesado de recuperação, que pretende tirar dele toda a vontade de praticar atos imorais.


Esse é um daqueles filmes que as pessoas dizem conter cenas fortes. Não sei se essas pessoas lêem pouco jornal ou o que seja, mas tudo é tão igual ao que a gente vê nos noticiários que as cenas agressivas não me chocaram em nada. Violência gratuita, roubo, estupro… Tudo que estamos acostumados a ouvir e, infelizmente, a ver também. Logo, há uma direta identificação com o ambiente retratado na obra, principalmente para os que vivem nas grandes cidades. Talvez os que se chocam nutrem ainda alguma esperança de que isso um dia venha a melhorar, mas confesso que entrei naquele estado em que nada mais me surpreende. Chocamo-nos com as cenas, com os relatos, mas tudo tem aquele gosto de “ah, de novo”.

Mas isso não é nenhum comentário negativo ao filme. É uma história do século XX que fala do futuro, e esse futuro, que parecia distante na narrativa, está se tornando nossa realidade. Gírias incompreensíveis, que apenas são entendidas por aqueles que as falam e convivem com elas. Jovens sem respeito, polícia sem respeito, métodos de recuperação que simplesmente não funcionam. É, realmente, um livro que foi escrito ontem ou, quem sabe, hoje à tarde… E que vai continuar, para pessimistas como eu, atual para sempre.

Fonte: Coisa Fina

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Você é doida demais...

Consagrados na TV e nas telinhas, “Os Normais” voltam com tudo em 2009 recheados de palavrões, cenas quentes e muita comédia. A química entre Luís Fernando Guimarães e Fernanda Torres e as participações super especiais de Drica Moraes, Cláudia Raia, Danielle Winits e Alinne Moraes é que fazem com o que “Os Normais2” liderem a bilheteria de todo Brasil, com 420 mil pessoas em sua primeira semana de exibição. Na trama, Vani percebe que seu noivado com Rui não está em sua melhor fase. Para reacender a chama do relacionamento, ela está disposta a participar de um ménage a trois. Antes que os mais saidinhos se empolguem, fica o aviso: não há cenas de nudez no longa.
O humor do filme usa de preconceitos para tentar fazer rir e os muitos palavrões são marcas registradas do casal.
A música Living la Vida Loca, famosa na voz de Ricky Martin  interpretada pelos protagonistas na cena de abertura, a melhor cena de todo filme.
Com a direção de José Alvarenga Jr. e uma produção da Globo Filmes, “Os Normais 2: a noite mais maluca de todas”, peca no roteiro, mas consegue manter a sagacidade dos episódios da TV.
Para os fãs da dupla, Rui e Vani, o Cine Shopping Fernandópolis, traz essa semana o filme em cartaz com uma novidade, o filme faz parte do projeto "Vá ao Cinema", com filmes nacionais gratuito. Basta chegar alguns minutos antes da sessão e retirar seu ingresso. Então, reúna os amigos e garanta uma poltrona para as atrapalhadas e confusões de “Os Nomais 2”.



Elis Monfardini, cinemáticas. 

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Lançado este ano, o filme “Anjos e Demônios”, uma adaptação do livro de Dan Brown, ficou a desejar. A princípio hesitei em assistir, devido à capitação maravilhosa que tive do livro. E quando digo que ficou a desejar, eu não digo pela produção honrosa de Brian Grazer e Ron Howard, pela trilha sonora marcante e impulsiva de Hans Zimmer e pela escolha excelente do elenco. Mas pelas alterações frustrantes do roteiro. Pra quem leu o livro, o final é o mais esperado da trama e quando acontece, fica faltando uma parte preciosíssima da história, a resposta da junção entre ciência e fé justificado pelo Papa. A adaptação do filme, como seqüência de “O Código da Vinci”, não colou. Mas devo tirar o chapéu pra equipe que passou por cima de tantas restrições do Vaticano, com acesso negado a tantos locais e com a criação perfeita em estúdios.
Tom Hanks reprisa seu papel como o especialista em religião da Universidade de Harvard Robert Langdon, que, mais uma vez, descobre que forças com raízes milenares estão dispostas, a qualquer preço, até mesmo por meio de assassinato, a levar adiante os seus planos. O assassinato de um cientista faz com que o professor e a cientista Victoria Vetra (Ayelet Zurer), filha do homem morto, envolvam-se com a sociedade secreta dos Illuminati. As pistas levam a dupla ao Vaticano, onde uma conspiração envolvendo o assassinato de cardeais, às vésperas da eleição do novo Papa, coloca-a em perigo.
Mesmo com uma arrecadação de 224 milhões de dólares em apenas três dias no mundo inteiro pelo filme, a cinemática que vos escreve aconselha: Leiam o livro primeiro, a impressão será 224 milhões de vezes melhor.

Elis M.


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O filme “London” dirigido Hunter Richards, é fascinante. O filme é de 2005, e conta a história de Syd, uma pessoa que passa por vários problemas e acaba se envolvendo com álcool e drogas.

A história parece clichê, claro, um cara apaixonado por uma garota prestes a perde-la pra outro cara e de mudança para outra cidade. Porém, a trajetória alucinada de Syd para reverter sua vida e recuperar a única mulher que realmente amou, faz o filme ser esplêndido, repleto de ação, diálogos cortantes e acima de tudo, um filme vibrante. Chris Evans e Jéssica Biel estão fantásticos, assim como Jason Statham no papel de “Bateman”.
A emoção de "London" é perfeitamente capturada em sua trilha sonora que inclui gravações de The Crystal Method, e de dobra artistas como Connie Price e The Keystones, além de roqueiros como The Out Crowd, Troy Bonnes e Perishers.
Rumores em sites de fãs do filme alertam para o segundo filme. O diretor descarta a possibilidade. O final é inesperado, assim como em tantos filmes clichês, mas a trama final não deixa a desejar.

Esta foi uma dica de Hermínio Stroppa, à qual tive que rever o filme e opinar de uma forma respeitosa, assim como nosso amigo merece. Valeu pela dica Hermínio.

Nos envie a sua também, pelo e-mail ascinematicas@gmail.com


Elis M.

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O talento de Ben Afleck nas telas é incontestável, isso é fato. Seus papéis e sua beleza sempre o ajudaram a brilhar nas telinhas do cinema. Em 2007, o ator estreou sua carreira como diretor da trama “Medo da Verdade”(Gone, Baby, Gone), baseado no romance de Dennis Lehane que conta a história de dois detetives particulares que são contratados para encontrar uma menina de 4 anos que desapareceu misteriosamente em um bairro pobre de Boston e acabam descobrindo que nada é o que parece ser.
A história parece clichê e a escolha dos atores nos dá a impressão que eles foram escolhidos a dedo pelo próprio Ben (como os protagonistas Casey Afleck, irmão de Ben e Morgan Freeman, amigo de longa data).
O filme é intrigante, emocionante e enigmático, mas acima de tudo, o filme é bem dirigido.
Bem Afleck nos surpreendeu com a brilhante atuação atrás das câmeras e pôde repassar nessa adaptação todos os detalhes numa simplicidade que nos deixa comovente ao fim da trama. O roteiro foi adaptado por ele e por Aaron Stockard e o texto de abertura nos deixa sem palavras além do queixo caído.
Nem é preciso dizer que Morgan Freeman arrasa como um dos policiais da trama, pois seria um pleonasmo julgar o ator. E pra quem precisa de mais um empurrãozinho pra assistir a trama, saiba que Dennis Lehane é mesmo romancista de “Sobre Meninos e Lobos”. O filme foi elogiado por Steve Oldfield como "Uma das melhores fotografias do ano!" e classificado pela crítica como “Sensacional”.
Medo da Verdade é um daqueles filmes para se comentar durante dias, não deixe de privilegiar este drama.

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Uma das grandes estréias esperadas este ano é a Saga Crepúsculo - Lua Nova. O primeiro filme que estreou em 2008 e arrecadou cerca 35 milhões só no dia de sua estréia.
A saga é uma adaptação dos livros de Stephenie Meyer e que vendem mais do que hemoderivados na Transilvânia. Antes de correr pra telinhas em novembro, que tal conhecer a história do primeiro filme da saga, Crepúsculo?

O filme não é ruim - na verdade, é até superior ao que os primeiros trailers mostravam -, mas ainda assim tem cara de telefilme, com apenas lampejos de bom cinema, caso da seqüência inicial, em que um veadinho é perseguido na floresta.

E já nessa tomada descobrimos que tem mais nas florestas do que animais indefesos tentando tomar um pouco de água ou pastar em paz. Enquanto isso, do outro lado dos Estados Unidos, a adolescente Isabella Swan (Kristen Stewart) se despede da casa onde morava com sua mãe para morar com seu pai, com quem não tem muito diálogo.


É neste clima de "primeiro dia de aula da aluna novata" onde de contraponto ela conhece os Cullen, filhos adotivos do Dr. Carlisle (Peter Facinelli) e logo de cara, Bella, se interessa pelo único desacompanhado do grupo, Edward (Robert Pattinson), com quem acaba dividindo a bancada nas aulas de biologia.

Os dois se tornam amigos e logo algo mais e ela não demora a descobrir que ele é um vampiro. A curiosidade só aumenta a sua paixão - que é correspondida. Mas como um casal formado por um vampiro e uma menina mortal poderá dar certo?


Todas as respostas serão resolvidas ou ao menos temporariamente solucionadas, deixando ganchos já certos para a continuação Lua Nova, que ganhou sinal verde assim que Crepúsculo começou sua bem sucedida carreira nas bilheterias da América do Norte.

Agora é esperar pra ver a continuação da saga que promete agradar ainda mais os fãs e surpreender os que ainda não se sintonizaram com os vampirinhos.
 
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